CIRROSE HEPÁTICA

O diagnóstico de cirrose hepática causa muita apreensão pois é associado a diversos mitos e estigmas enraizados na sociedade.

O processo de adoecimento do fígado na cirrose é lento e progressivo, a doença uma vez instalada é considerada, apesar de contínuos esforços científicos, uma doença irreversível.

A doença apresenta poucos e inespecíficos sintomas, mais comumente passa a se expressar de maneira mais evidente quando em estágios mais avançados.

Um dos primeiros estigmas da doença é a relação com o uso de bebidas alcoólicas. O álcool é uma das causas mais comuns da cirrose, porém nem de longe é a única. Muitas pessoas se surpreendem – “Dr, eu nem bebo!” – e ficam incrédulas com o diagnóstico.

O QUE É CIRROSE HEPÁTICA?

O diagnóstico de cirrose hepática traz muitas dúvidas e preocupações. Descubra as causas e os princípios do tratamento.

A cirrose hepática surge quando o fígado sofre uma agressão continuada. Muitas condições podem resultar em cirrose. Diagnóstico precoce para evitar as complicações é fundamental.

Caso a doença já esteja em estágios mais avançados, o controle das complicações deve ser permanente, visando maior qualidade e tempo de vida.

Uma vez diagnosticada o objetivo do tratamento deve ser buscar a prevenção ou o retardamento das principais complicações da doença: hemorragia digestiva, ascite, encefalopatia e câncer.

APRENDA SOBRE A DOENÇA

APRENDA SOBRE AS PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES

O tratamento da cirrose hepática é muito relacionado ao estágio de gravidade quando do descobrimento da doença. A depender do grau de acometimento do órgão, os tratamentos podem almejar tentar reverter ou retardar o grau de fibrose do órgão. Em estágios mais avançados – de cirrose hepática – resta o tratamento e prevenção das complicações da doença. Lesões irreversíveis podem denotar a necessidade de transplante de fígado.

TRATAMENTO

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